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Ana Bernal

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Bolero.
Em meio á tantas pesquisas, conclui que, até hoje não existem registros que atestam, com veracidade o surgimento do Bolero, como Dança, porém muitos afirmam que seria na Espanha, mas já encontrei contradições, que tenha raízes na França, Inglaterra e até África.
Essas confusões históricas, deve-se ao fato da migração  de pessoas de um país para outro, seja por viagens á passeio ou viagens “forçadas”, como as marcas das Revoluções e que por qualquer motivo, deixarem a cultura sem registro..
No entanto, afirmam com veemência que o Bolero, como Música, surgiu em Cuba, na cidade de Santiago em meados de 1800 e propagou-se para Porto Rico, México e República Dominicana.
No Brasil ela chaga em meados de 1930.
O importante, é que a Dança um dia encontrou a Música e que hoje, com muito romantismo, lota os salões de baile

Sites pesquisados :

http://www.lafi.org/magazine/articles/bolero.html

http://www.projetoafinidade.com.br/Cultura/Cultura.htm

http://www.thedancestoreonline.com/ballroom-dance-instruction/bolero-free-lessons.htm

Historia do Samba de Gafieira.

Gafieira é o local onde, por volta do fim do século XIX e início do século XX em diante, tradicionalmente as classes mais humildes podiam freqüentar para praticar as danças de casal, ou danças de salão. Não chegava a ser um clube e sim uma alternativa para essas pessoas e, pelo que consta a história, as gafieiras sempre existiram no município do Rio de Janeiro.
Ao contrário do que ensinam os institutos voltados à preservação do patrimônio histórico e cultural do Rio de Janeiro, a gafieira mais antiga do Rio de Janeiro não é a Estudantina, de propriedade do senhor Isidro, um esforçado português que, na década de 1980, pretendia somente montar uma churrascaria nesse local. Mas, por excesso de exigências na obtenção de um simples alvará, ele desistiu do oneroso investimento, e como não havia o que fazer, aproveitou a instalação e montou uma casa de samba, a qual logo tornou-se a mais famosa em função da localização e também por ter acontecido no ressurgir dessa atividade esquecida com o fim da vida noturna. O Seu Isidro, além de ter ali recebido milhares de dançarinos no salão da ex-churrascaria, ainda hoje é um local aberto ao público e a quem quiser fazer uma visita ao passado e apreciar a decoração dessa churrascaria destinada a resgatar a cultura boêmia que não existe mais.
Atualmente há outras gafieiras espalhadas principalmente pelo bairro da Lapa, no centro do Rio de Janeiro. Localizam-se principalmente na Rua Mem de Sá – entre eles o tradicional Clube dos Democráticos e o recente Lapa 40º – e na Rua do Riachuelo - Tatro Odisséia, Carioca da Gema, etc.

Um dos principais aspectos observados no estilo samba de gafieira é a atitude do dançarino frente a sua parceira: malandragem, proteção, exposição a situações supresa, elegância e ritmo. Na hora da dança, o homem conduz a sua dama, e nunca o contrário. Diz-se que, antigamente, o malandro da Lapa fazia uso de um terno branco, sapatos preto e branco, ou marrom e branco e, por debaixo do paletó, camisa preto e branca ou vermelha e branca, listradas horizontalmente, além de um Chapéu Panamá ou Palheta - há uma confusão sobre esses dois chapéus, parecidos de longe, porém, de perto, bem diferentes. Dentro do bolso, carregavam uma navalha. A mão sempre ficava dentro de um bolso da calça, segurando a navalha em prontidão para o ataque; a outra gesticulava normalmente; suas pernas não andavam uma do lado da outra, paralelas, mas sempre uma escondendo o movimento uma da outra, como se estivesse praticamente andando sobre uma linha. Dançando, o dito "malandro" sempre protege sua dama, dando a ela espaço para que ela possa se exibir para ele e para o baile inteiro ao seu redor e, ao mesmo tempo, impedindo uma aproximação de qualquer outro homem para puxá-la para dançar. Daí também a atitude de se sambar com os braços abertos, como se fosse dar um abraço, além de entrar no ritmo da música, proteger sua dama. A principal figura do samba de gafieira é o gancho, que, como o próprio nome diz, pode ser utilizado como início de um passo, ligação para outro passo ou até mesmo para finalização de uma frase de passos
Pesquisado em :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Samba_de_gafieira

História da Salsa.

Pouco ou quase nada se tem escrito sobre as origens e a evolução da dança hoje conhecida como salsa, uma vez que a maioria dos pesquisadores são musicistas ou etnólogos. Isso traz como conseqüência o fato de as descrições feitas dos diferentes estilos de dança serem algo imprecisas.

Assim como a música, a dança salsa tem fortes origens no son cubano. Dizem que se dançava no final do século passado nos campos do oriente de Cuba, em pares soltos, com movimentos um tanto exagerados. Este estilo era denominado son Montuno, pois provinha dos campos.

A chegada dos franceses ao oriente de Cuba, no final do século XVIII, significou um avanço importante ao son: a dança com os pares entrelaçados. O homem tomava a mulher com a mão direita no centro das costas e com sua mão esquerda, a direita dela. A mão esquerda da mulher ia sobre o ombro do parceiro.

Existia uma grande separação na zona pélvica e a aproximação se dava no torso, ambos dançando com as pernas semiflexionadas. Esta distância entre os pares se devia ao fato de que as jovens iam acompanhadas por suas famílias e era mal visto por todos o fato de os pares dançarem muito próximos. Ao dançar sempre se flexionavam os joelhos e com eles movia-se todo o corpo, sem deslizar (porque o chão era de terra). Por isso os pés se levantavam de forma exagerada.

Conforme foi chegando às cidades do oriente, a maneira de se dançar o son foi mudando. Os movimentos se tornavam mais suaves e a postura foi se assemelhando à do Danzon (embora menos rígida). O homem toma a mesma postura do son montuno, porém trocando a postura extremamente inclinada por uma mais moderada; além do mais, nas cidades podia-se arrastar os pés.

Aqui o homem coloca a perna direita entre as da mulher, e o passo básico consiste em avançar e retroceder. Existe uma característica fundamental: o movimento da caixa torácica se inclinava para as laterais. No momento de pisar o pé direito o tórax se inclinava para a direita e ao pisar o esquerdo, se inclinava para a esquerda.

Em Havana, o son (dança) começa a adquirir outras características e influências e uma vez que a música ganha complexidade, a dança também evolui paralelamente. Aparecem as primeiras figuras com giros. Estas eram simples como o "El Tornillo", em que o homem gira sobre seus pés guiado pela mulher. Quanto aos tempos musicais, em Havana (e no ocidente em geral) se dançava com a melodia, porém havia também quem dançava com o ritmo.

Nos anos 50 em Havana, nos grandes lugares de reuniões sociais e festas, tais como o Casino Deportivo e o Casino de La Playa, se dançava o son e outros ritmos cubanos. Mas também ritmos norte-americanos como o Foxtrot, o Rock and Roll, o Jazz, etc. A influência que esses ritmos exerceram na forma de se dançar o son trouxe como conseqüência um novo estilo: o Casino, assim chamado por causa dos lugares onde nasceu.
Segunda parte - O Casino

Quando neófitos são convidados para dançar Casino seguramente se pergunta: Dançar com uma roleta? Ou na roda da fortuna? Os iniciados, por outro lado, pensam logo na Rueda de Casino, de que falaremos em uma seção à parte. Mas o Casino é um antecedente imediato da dança que hoje chamamos de salsa, filho da união do son com o Rock and Roll.

Acontece que nos anos 40 e 50, ritmos como o mambo, o cha-cha-chá e o son eram preferência dos dançarinos cubanos. Como vimos na primeira parte, o son que se dançava nos casinos já trazia uma deformação: o tempo forte da dança não correspondia à base rítmica (como era habitual nos dançarinos da região oriental de Cuba). Segundo alguns dançarinos daquela época, isso ocorreu porque era difícil aos brancos que freqüentavam esses lugares (onde mestiços e negros não podiam entrar) manter o ritmo, o que acabou fazendo com que o tempo forte fosse acomodado para ser dançado com a melodia.

Nessa época chegaram à Cuba grande quantidade de fuzileiros navais, turistas e executivos norte-americanos. A influência de seus gêneros musicais e estilos de dança se fez sentir em Havana (principalmente nos lugares de diversão da alta sociedade), resultando numa grande divulgação do jazz, foxtrot, rock and roll, entre outros. Isto trouxe a incorporação ao son das chamadas "voltas", tomadas do Rock and Roll, pois até então o son se dançava "en un ladrilito". E a esta maneira de dançar o son foi mais tarde batizada como Casino, em referência aos lugares onde surgiu.

O Casino se caracteriza por ser uma dança notadamente em pares. Deve existir uma harmonia total entre os braços, corpos e pernas para dar as "voltas", pela maneira peculiar com que se marca o passo. Outro aspecto fundamental é que o homem conduz a dança e a mulher se deixa levar.

Este estilo de dança tem duas etapas: uma quando se dança com o par "entrelaçado" assim como o son, e que geralmente deve corresponder com o corpo do número musical (seção do tema onde se relata a história que se vai contar). Nesta parte, o par executa evoluções similares às do son, aproveitando a proximidade entre o par para dar um toque de sensualidade e elegância à dança.

Assim que começam os coros reiterativos característicos desta música, o par "se abre", ou seja, começa a se preparar para começar a dar as "voltas". Uma das diferenças fundamentais do Casino em relação a outros estilos de dançar esta música é a maneira de "abrir", denominado "Dile que No", conforme veremos a seguir.

Uma vez "abertos" marca-se o passo de forma que nos recorda a maneira de marcar o Rock and Roll: com a mão esquerda o homem toma a mão direita da mulher. A cada 8 tempos de música (dois compassos) a mão direita do homem também toma a esquerda da mulher. É como se se abrisse e fechasse um livro.

No Casino convencionou-se que a mulher sempre começa a girar no sentido horário. Este primeiro giro leva dois compassos de música (8 tempos), assim como a cada finalização de um giro, volta-se a marcar ("abrir"). Se esta regra não for seguida, não é Casino. Os giros intermediários normalmente tomam um só compasso de música, ou seja, 4 tempos.

No Casino, assim como no son, existe uma estrutura consolidada que o diferencia dos outros estilos de dançar a salsa: não requer que os pares se conheçam previamente. É possível ser bailado com qualquer pessoa que saiba dançá-lo.

Esta dança é enriquecida com as improvisações que os dançarinos são capazes de fazer, tais como estética, contratempo, voltas não convencionais e introdução de elementos de outros ritmos (como o son, a cumbia, o danzón e o cha-cha-chá, etc). Também pode-se agregar elementos próprios do dançarino sem trair o estilo do Casino. Há os que o fazem com mais elegância, outros mais rápidos, outros mais artísticos, outros mais sensuais e os que dançam com 2, 3 até 4 mulheres.

Atualmente, o Casino é um dos estilos mais seguidos pelos salseros de todo o mundo. Isto se deve ao auge do turismo em Cuba, às aulas de ritmos folclóricos, assistidos por representantes de vários países da Europa, Ásia e América Latina (que buscam as raízes dessa música), e ao aumento da comunidade cubana no exterior, que leva consigo sua cultura.

Graças à estrutura definida do Casino, apareceram as chamadas Ruedas de Casino, espécie de coreografia em forma de círculo realizada por vários pares de dançarinos, guiadas por um líder que "canta" os movimentos...
 
Hoje em dia, a Salsa praticada em São Paulo, nas principais capitais brasileiras e mundiais é a Salsa LA, dançada em linha, a Salsa Cubana tbm é praticada, mas por uma minoria.
Abaixo saiba do nascimento da Salsa Dança

Saiba mais :

 http://www.salsaecompanhia.com/forum/viewtopic.php?t=94

http://pt.wikipedia.org/wiki/Salsa

História do Forró.

Forró é uma festa popular brasileira, de origem nordestina, e a dança praticada nestas festas, conhecida também por arrasta-pé, bate-chinela, fobó, forrobodó. No forró, vários ritmos musicais daquela região, como baião, a quadrilha, o xaxado e o xote, são tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeão -- que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo.
O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés do índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses e com o balançar dos quadris dos africanos. A dança do forró tem influência direta das danças de salão européias
O termo "forró", segundo o folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, estudioso de manifestações culturais populares, vem da redução da palavra "forrobodó" que significa: arrasta-pé, farra, confusão, desordem.[1]
Na etimologia popular (ou pseudoetimologia) é freqüente associar a origem da palavra "forró" à expressão da língua inglesa for all (para todos). Para essa versão foi construída uma engenhosa história: no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, o termo passaria a ser pronunciado "forró" pelos nordestinos. Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses e Pernambuco pela Natal do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada nesta cidade.
Apesar da versão bem-humorada, não há nenhuma sustentação para tal etimologia do termo, pois em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base, a palavra "forró" já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por Manuel Queirós e Xerém

Os bailes populares eram conhecidos em Pernambuco por "forrobodó" ou "forrobodança" (nomes dos quais deriva "forró") já em fins do século XIX.[2]
O forró tornou-se um fenômeno pop em princípios da década de 1950. Em 1949, Luiz Gonzaga gravou "Forró de Mané Vito", de sua autoria em parceria com Zé Dantas e em 1958, "Forró no escuro". No entanto, o forró popularizou-se em todo o Brasil com a intensa imigração dos nordestinos para outras regiões do país, especialmente, para as capitais: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
Nos anos 1970, surgiram nessas e noutras cidades brasileiras, "casas de forró". Artistas nordestinos que já faziam sucesso tornaram-se consagrados (Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Genival Lacerda) e outros surgiram.
Depois de um período de desinteresse em década de 1980 e forró ganhou novo fôlego da década de 1990 em diante, com o surgimento e sucesso de novos trios e artistas de forró
O forró é dançado ao som de vários ritmos brasileiros tipicamente nordestinos, entre os quais destacam-se: o xote, o baião, o xaxado e coco. Outros estilos de forró são: o forró pé-de-serra, o forró universitário e o forró eletrônico (que, para alguns, não é considerado forró

 

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